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13/11/2014 / Fonte: CQCS | Sueli dos Santos

Nada de misturar alhos com bugalhos. Esse é o princípio simplório  do preenchimento do questionário de risco. É importante que o Corretor de Seguros esteja atento ao preenchimento desse questionário para evitar problemas tanto para si como para seu cliente.

O presidente do Sincor-DF, o advogado Dorival Alves, alerta que o Corretor de Seguros deve estar alento ao preenchimento correto do questionário. Segundo ele, informações inverídicas podem levar o Corretor a ter problemas. Existe uma responsabilidade civil, criminal e administrativa diante dessa ação. “O Corretor pode ser condenado a pagar um sinistro até de uma perda total, além de correr o risco de perder o direito de atuar como Corretor”,

Para Alves, o Corretor pode ser induzido pelo cliente a preencher o questionário incorretamente. “O cliente sabe que o valor do Seguro é influenciado com as informações do questionário”, diz. Mas ele destaca: “O Corretor tem que estar consciente que seu cliente seja correto para evitar que amanhã a Seguradora, por meio de uma investigação venha constatar alguma inveracidade na informação desse questionário de avaliação de risco”. Nesse caso, o cliente pode não receber a indenização na ocorrência de um sinistro.

O presidente do Sincor-DF revela, por exemplo, que uma prática comum é mentir na contratação do Seguro Auto sobre quem é o principal condutor do veículo. “Infelizmente, algumas pessoas mais jovens, por exemplo, contratam Seguros e dizem que o condutor principal é um pai, o tio, infelizmente essa é uma praxe no mercado”, afirma.

Para ele, o papel do corretor é fundamental na conscientização do Segurado. “O Corretor deve conscientizar o consumidor que atos como esse podem trazer um prejuízo irreparável ao seu patrimônio”, finaliza o presidente do Sincor-DF.